Amar dói,
não amar teima em doer ainda mais,
mar que não se entra, 
já perdi o medo da água a tempos,
só não há pelo que navegar. 
Remar por remar?
Não me basta!
O porto fica sem rosto, 
o mar insosso, 
não dá... 
Mas sinto que a maré ainda vira, 
depois do ano novo.
Saravá, Yemanjá!

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Conto urbano

Cada vez menores

Carga