Ao meio...
Palavra que encontra olhar correspondente. É o óbvio desenterrado. Os pés palpitam. Suspendem o que era peso. Para cima, para cima, para cima. Pois é de lá que se deve jogar a verdade. Retirada a máscara de anos. Nos segundos que duraram o “Te amo”. Ela ainda está caindo, caindo, caindo. Nem pensa se ele se joga ou não. Mergulha no vento. Acaba-se em choque ou há um portal para algo de novo, surreal? Ela nem sabe. Nem pergunta. Ele também não é senhor do destino. Impacientemente vivem. Em música, poesia, cheiro e pele, esses idiomas nos quais se compreendem completamente. Mutuamente completando-se. Inteiros.