Entre mitos e seres, nós dois...

Armadura, espada, sou guerra
Outras armas escondo nas saias
E se saio rodando com raios
Só preciso das rodas, as laias

Na verdade, cê sabe, meu peito
Quer, ao menos, o amor sem ataques
Se me abro em sorriso, sem jeito
É por que no teu colo desfaço
A loucura q trago por dentro
Me adentro nesse novo espaço
Onde não haja discernimento
Do que somos por dois ou três fatos

Do teu trono, cê faz que nem vê
Engraçado teu medo de mel
Canta sempre da paz e da calma
Foge tanto do que é tão real

Mas quem sabe um dia a coroa
Caia junto com a minha armadura
E amor seja única alma
Que atinja essa nossa doçura

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